domingo, 7 de junho de 2009

3º Encontro - Oficinas e Leitura, escrita e cultura

2ª Oficina
Comentário profª Jorgeane - E.M. João Leôncio
" Foi uma atividade extraclasse muito positiva, pois nos trouxe motivação para observarmos os vários gêneros onde os alunos puderam trocar informações diante da visão de mundo de cada um. Esta prática pedagógica foi muito proveitosa, pois precisamos trabalhar com estes gêneros para que nossos alunos melhorem não só o conhecimento, mas como também, a prática de reconhecer, classificar e desenvolver mais os gêneros textuais."

Alunos da profª Jorgeane
E.M. João Leôncio

Também foram apresentadas oficinas dos professores: Maria Lúcia, Rodrigo da Silva, Cristina da Piedade, Letícia Campos, Marilene de Souza e outros.

Ao término da apresentação das oficinas, fizemos uma revisão das Tipologias Textuais, a profª Lana Cristina leu e interpretou o texto "Dona Rina", publicado no livro SER PROFESSOR HOJE. Onde os cursistas puderam fazer uma reflexão sobre o assunto. Em seguida, foi feita uma oficina com os professores , o tema foi, Domínios Sociais de Comunicação - Aspectos Tipológicos.
Para o próximo encontro foi pedido o Avançado na prática e Lição de casa para a 3ª Oficina.

sábado, 6 de junho de 2009

Resenha

Resenha: Do mundo da leitura para a leitura do mundo
Autora: Marisa Lajolo
Editora Ática
O livro faz uma reflexão sobre a leitura na escola dentro da nossa realidade cultural. Em sua primeira parte “No mundo da leitura”, tem como tópicos, os livros didáticos, a literatura infantil e juvenil e as práticas escolares de leitura, assim como também a formação e o preparo dos professores. Com exemplos concretos, a autora faz análises e questionamentos de valores e funções atribuídas à literatura infanto juvenil na escola. No entanto, tais questionamentos não procuram fechar portas e sim abrí-las, repropondo soluções e práticas.
A segunda parte “Leituras do Mundo” analisa textos literários como Miss Dolar, de Machado de Assis e D. Quixote das crianças, de Monteiro Lobato, trazendo exemplos sobre questões discutidas na primeira parte do livro. Pôr fim, faz uma análise do universo cultural brasileiro, sendo claro e descontraído, com um texto que convence e conquista.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

2º Encontro - Oficinas e Tipos Textuais

Nosso encontro começou com a apresentação das oficinas elaboradas pelos professores. Foi muito gratificante ouvir os relatos apresentados por eles, onde falaram do entrosamento e da participação dos alunos com a nova forma de abordagem das atividades propostas

Tema: TRABALHO
Desenho de Girson (6º ano)
aluno da profª Eliana ( E.E.M. Bananal )

Redação dos alunos da profª Kelly ( E. M. José Maria de Brito )


2° Encontro - Apresentação das oficinas ( Oficina 5 )

Perguntas feitas aos cursistas.

1- Como planejou a atividade?
2- Que dificuldades teóricas encontrou?
3- Que dificuldades teve na aplicação... ( pag. 191 )

Apresentação Unidades 11 e 12

Tipologia Textual

Apresentação em Power Point

Narrativo ( pag. 98 e 105 )
Descritivo
Injuntivo ( ou instrucional ) ( pag. 110 )
Preditivo
Dissertativo ( pag. 116 )

Avançando na prática
Apresentado por Lana Cristina - páginas 109, 115, 124, 150, 162, 172
Para a próxima aula – lição de casa 2 pag.187 + Oficina 6 pag. 194

quinta-feira, 4 de junho de 2009

1º Encontro - Gêneros Textuais

Nosso encontro começou bem animado; após as boas vindas, os cursistas puderam rever o vídeo “ O saber e o Sabor “, conforme foi solicitado por eles na abertura do Projeto no dia 16/04. Fizemos uma breve orientação de alguns pontos do projeto que não ficaram bem esclarecidos na abertura. Logo após, começamos a falar da proposta do TP3. Fizemos uma reflexão sobre “gêneros textuais” e concluímos que são textos materializados encontrados no nosso dia-a-dia e que apresentam características sociocomunicativas definidas por seu estilo assim como: diário pessoal, blog, Orkut, lista de compras, horóscopo ... Em seguida, falamos que o tema das 4 unidades era o trabalho e assim começamos a desenvolver com os cursistas a leitura dos textos e as atividades do “Avançando na prática”. Como orientação para nossa 1ª Oficina, ouvimos a música Bom dia ( Gilberto Gil & Milton Nascimento ), onde os professores fizeram seus comentários e foram orientados em como produzir suas oficinas com seus alunos em sala de aula.

Grupo de professores desenvolvendo suas oficinas.
Material sendo entregue aos professores.
Os professores assitindo ao vídeo.

Cronograma dos Encontros

1º Encontro - dia 27/04 - TP3 ( Unidades 9 e 10 ) - Gêneros Textuais
2º Encontro - dia 11/05 - TP3 ( 1ª oficina - Unidades 11 e 12 ) Tipos Textuais
3º Encontro - dia 25/05 - TP4 ( 2ª oficina - Unidades 13 e 14 ) - Leitura, escrita e cultura
4º Encontro - dia 08/06 - TP4 ( 3ª oficina - Unidades 15 e 16 ) A produção textual - Crenças, teorias e fazeres
5º Encontro - dia 22/06 - TP5 ( 4ª oficina - Unidades 17 e 18 ) Estilística - Coerência Textual
6º Encontro - dia 06/07 - TP5 ( 5ª oficina - Unidades 19 e 20 ) Coesão Textual - Relações lógicas no texto

Contamos com a participação de 56 cursistas.

domingo, 31 de maio de 2009

Lançamento Gestar II


Prefeitura Municipal de Seropédica
Secretaria Municipal de Educação



Foi com muito entusiasmo que no dia 16/04/2009, as Coordenadoras Ellen Feital e Eliana Cristina ( Lana ), fizeram a apresentação do Programa Gestão da Aprendizagem Escolar.
O encontro foi realizado no Ciep 155- Nelson Antelo Romar, com a presença dos professores de Matemática e Língua Portuguesa.


Coordenadora Eliana Cristina ( Lana )


Após a exibição do filme " O saber e o sabor", os formadores Sérgio Montavaneli ( Matemática ) e Maria Alice ( Língua Portuguesa ), falaram da finalidade do projeto, bem como da sua importância para o nosso Município.


Auditório do Ciep Nelson Antelo Romar

Após as apresentações foram distribuídas fichas de inscrição, a fim de que os professores interessados no projeto fizessem suas adesões. Ao final, contamos com um grande número de professores comprometidos com o projeto!!!!!

sábado, 30 de maio de 2009

Meu Município - Seropédica



História da Cidade

O início do desbravamento do atual território dos municípios de Itaguaí, Seropédica e Paracambi data de meados do século XVII. Os jesuítas lançaram as bases da futura povoação em terras compreendidas entre os Rios Tiguaçu e Itaguaí, para catequizar os índios da região. Posteriormente, os missionários verificaram que as terras da Fazenda de Santa Cruz, mais próximas do mar, melhor se prestavam para aldeamento, para lá se transferindo com os aborígines, onde erigiram um templo dedicado a São Francisco Xavier, inaugurado em 1729, futura Itaguaí.Em 1818, a aldeia de Itaguaí foi elevada à categoria de vila, com a denominação de Vila de São Francisco Xavier de Itaguaí, cujo município foi desmembrado de territórios do Rio de Janeiro e de Angra dos Reis.Dotado de terras férteis, o município de Itaguaí desfrutou, no século passado e até 1880, de fortes atividades rurais e comerciais, exportando em grande escala cereais, café, farinha, açúcar e aguardente. Com a abolição da escravatura, houve considerável êxodo dos antigos escravos, ocasionando terrível crise econômica.Esse fato, aliado à falta de transporte e à insalubridade da região, fez com que desaparecessem as grandes plantações, periódicas ou permanentes. O abandono das terras provocou a obstrução dos rios que cortam quase toda a baixada do território municipal, alagando-a. Daí se originou o grassamento da malária, que reduziu a população local e paralisou por várias décadas o desenvolvimento econômico da região.A passagem da antiga rodovia Rio São Paulo pelo território do antigo distrito de Seropédica, a instalação da indústria têxtil no antigo distrito de Paracambi, aliadas às obras de saneamento da Baixada Fluminense, empreendida por Nilo Peçanha, que permitiram o aproveitamento de grandes áreas, possibilitaram ao município readquirir sua antiga posição de prestígio.Em 1938, foram iniciadas, em Seropédica, as obras do Centro Nacional de Estudos e Pesquisas Agronômicas, onde hoje funciona a Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro. UFRRJ.Em 1945, moravam muitas pessoas no Horto Florestal de Seropédica, todos os funcionários do local, com suas famílias. Não existiam casas nem escolas nos quilômetros próximos.Em 1948, entretanto, a UFRRJ transferiu seu campus para as margens da antiga rodovia Rio.São Paulo, hoje BR-465, iniciando-se o desenvolvimento urbano de Seropédica.A universidade mantém, atualmente, vinte cursos de graduação, em Administração, Agronomia, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Biológicas, Ciências Econômicas, Economia Doméstica, Engenharia Agrícola, Engenharia de Agrimensura, Engenharia de Alimentos, Engenharia Florestal, Engenharia Química, Geologia, Licenciatura em Ciências Agrícolas, Licenciatura em Educação Física, Licenciatura em Física, Licenciatura em História, Matemática, Medicina Veterinária, Química e Zootecnia.Promove, também, cursos de pós-graduação stricto sensu em Biologia Animal, Agronomia, Ciência do Solo, Ciência e Tecnologia de Alimentos, Ciências Ambientais e Florestais, Desenvolvimento Agrícola, Fitotecnia, Microbiologia Veterinária, Medicina Veterinária, Parasitologia Veterinária, Patologia Animal, Patologia Clínica, Patologia Veterinária, Química Orgânica, Sanidade Animal e Zootecnia, além de outros dez cursos de pós-graduação lato sensu. O município de Itaguaí permaneceu sem expressão até três décadas atrás, tendo em vista as dificuldades de acesso, pois só era servido por uma linha férrea, com pouca movimentação de trens, sendo ligado ao município do Rio de Janeiro por uma estrada não pavimentada. A abertura da rodovia Rio Santos mudou o cenário, facilitando o deslocamento entre diversos municípios próximos.Em 1997, Seropédica tornou-se município independente de Itaguaí. Seu nome advém de um neologismo formado por duas palavras: uma, de origem latina, sericeo ou serico, que significa seda, e outra, grega, pais ou paidós, que significa tratar ou consertar. Um local, portanto, onde se trata ou se fabrica seda. O perfil atual é de uma extensão da cidade universitária.Formação AdministrativaDistrito criado com a denominação de Bananal, por lei provincial nº 549, de 30-08-1851 e por decreto estaduais nºs 1,de 08-05-1892 e 1-A, de 03-06-1892, subordinado ao município de Itaguaí.Em divisão administrativa referente ao ano de 1911, o distrito de Bananal figura no município de Itaguaí.Pela lei estadual nº 1801, de 08-01-1924, o distrito de Bananal passou a denominar-se Padioba.Nos quadros de apuração de recenseamento geral de 1-IX-1920, o distrito já denominado Padioba figura no município de Itaguaí.Pela lei estadual nº 2069, de 29-11-1926 o distrito de Padioba passou a denominar-se Seropédica. distrito já denominado Seropédica figura no município de Itaguaí.Em divisão territorial datada de I-VII-1960, o distrito de Seropédica figura no município de Itaguaí.Elevado à categoria de município com a denominação de Seropédica, pela lei estadual nº 2446, de 12-10-1995, desmembrado de Itaguaí. Sede no antigo distrito de Seropédica. Constituído do distrito sede. Instalado em 01-01-1997.Em divisão territorial datada de 1-VII-1997, o município é constituído do distrito sede.Assim permanecendo em divisão territorial datada de 2007.Alterações toponímicas distritaisBananal para Padioba alterado, pela lei estadual n.º 1801, de 08-01-1924.Padioba para Seropédica alterado, pela lei estadual n.º 2069, de 29-11-1926.Gentílico: seropedicenseFonte: Biblioteca IBGE
Prefeitura Municipal de Seropedica
Rua Maria Lourenço, 18
Tel: (21) 2682-2836