domingo, 18 de outubro de 2009
Cronograma dos Encontros - 2ª fase
8º Encontro - dia 09/11 - TP6 ( Unidades 23 e 24 ) O processo de Produção Textual - Leitura para Adolescentes
9º Encontro - dia 16/11 - TP1 ( Unidades 1 e 2 ) Variantes Linguisticas: dialetos e registros - desfazendo equívocos
10º Encontro - dia 23/11 - TP1 ( Unidades 3 e 4 ) O texto como centro das experiências no ensino de língua - A intertextualidade
11º Encontro - dia 30/11 - TP2 ( Unidades 5 e 6 ) Gramática: seus vários sentidos - A frase e sua organização
12º Encontro - dia 07/12 TP2 ( Unidades 7 e 8 ) A arte: formas e funções - Linguagem figurada
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
segunda-feira, 6 de julho de 2009
6º Encontro - Oficinas e Coesão Textual - Relação lógica no texto
Professores na Sala de Estudos
Após a apresentação das oficinas fizemos uma leitura e estudo do TP5 sobre Coerência e Coesão Textual, apresentei aos professores um e-mail muito interessante que havia recebido e que falava sobre o que iriamos estudar.
Chapeuzinho Vermelho
*Jornal Nacional*
'Boa noite. Uma menina chegou a ser devorada por um lobo na noite de ontem...'
'...mas a atuação de um caçador evitou a tragédia.'
*Programa da Hebe*
'...que gracinha, gente! Vocês não vão acreditar, mas essa menina linda aqui foi retirada viva da barriga de um lobo, não é mesmo?'
*Cidade Alerta*(Datena)
'...onde é que a gente vai parar, cadê as autoridades? Cadê as autoridades? A menina ia pra casa da vovozinha a pé! Não tem transporte público! Não tem transporte público! E foi devorada viva... um lobo, um lobo safado. Põe na tela, primo! Porque eu falo mesmo, não tenho medo de lobo, não tenho medo de lobo, não! '
*Superpop*(Luciana Gimenez)
'Geeente! Eu tô aqui com a ex-mulher do lenhador e ela diz que ele é alcoólatra, agressivo e que não paga pensão aos filhos há maisde um ano. Abafa o caso!'
*Globo Repórter*(Chamada do programa)
'Tara? Fetiche? Violência? O que leva alguém a comer, na mesma noite, uma idosa e uma adolescente? O Globo Repórter conversou com psicólogos, antropólogos e com amigos e parentes do Lobo, em busca da resposta. E uma revelação: casos semelhantes acontecem dentro dos próprios lares das vítimas, que silenciam por medo. Hoje, no Globo Repórter.'
*Discovery Channel*
'Vamos determinar se é possível uma pessoa ser engolida viva e sobreviver.'
*Jornais e Revistas*
*Revista Veja* - Lula sabia das intenções do Lobo.
*Revista Cláudia* - Como chegar à casa da vovozinha sem se deixar enganar pelos lobos no caminho.
*Revista Nova* - Dez maneiras de levar um lobo à loucura na cama!
*Revista Isto É* - Gravações revelam que lobo foi assessor de político influente.
*Revista Playboy* - (Ensaio fotográfico do mês seguinte): ' Veja o que só o lobo viu'.
*Revista Vip* - As 100 mais sexies - desvendamos a adolescente mais gostosa do Brasil!
*Revista G Magazine* - (Ensaio com o lenhador) 'O lenhador mostra o machado'.
*Revista Caras* - (Ensaio fotográfico com a Chapeuzinho na semana seguinte): Na banheira de hidromassagem, Chapeuzinho fala a CARAS: 'Até ser devorada, eu não dava valor pra muitas coisas na vida. Hoje, sou outra pessoa.'
*Revista Superinteressante* - Lobo Mau: mito ou verdade?
*Revista Tititi* - Lenhador e Chapeuzinho flagrados em clima romântico em jantar no Rio.
*Folha de São Paulo* - Legenda da foto: 'Chapeuzinho, à direita, aperta a mão de seusalvador'. Na matéria, box com um zoólogo explicando os hábitos alimentares dos lobose um imenso infográfico mostrando como Chapeuzinho foi devorada e depois salvapelo lenhador.
*O Estado de São Paulo* - Lobo que devorou menina seria filiado ao PT.
*O Globo* - Petrobrás apóia ONG do lenhador ligado ao PT, que matou um lobo para salvar menor de idade carente.
*O Dia* - Lenhador desempregado tem dia de herói.
*Extra* - Promoção do mês: junte 20 selos mais 19,90 e troque por uma capa vermelha igual a da Chapeuzinho!
*Meia hora* - Lenhador passou o rodo e mandou lobo pedófilo pro saco!
*O Povo* - Sangue e tragédia na casa da vovó.
domingo, 28 de junho de 2009
Semear a Leitura
segunda-feira, 22 de junho de 2009
5º Encontro - Oficinas e Estilística - Coerência Textual
Tirando dúvidas e compartilhando idéias
A professora Ana Isabel ( E. M. José de Abreu ) falou sobre festas populares. A maioria dos alunos citou a Festa Junina, ela comentou sobre a origem da festa, mostrou também revistas com reportagens sobre festas de diferentes regiões e contou um "causo do boi". No 8ºe 9º ano, além das atividades anteriores, foi proposto aos alunos concluir um texo que falava sobre Festa Junina.
TP - 4 - Unidades 15 e 16
I - A importância para o caso específico de leitura.
II - Formulação de perguntas adequadas.
III - Privilegiar procedimento que possibilitem ao leitor chegar à estrutura do texto.
I – A importância para o caso específico de leitura
A leitura em nosso país ainda não é vista como uma prática social importante. Vários fatores interferem negativamente nesse processo. Podemos apontar como fatores:
a) O lugar cada vez menor que a leitura tem no cotidiano do brasileiro;
b) A pobreza no seu ambiente de letramento;
"Quando o Brasil foi descoberto, eram os índios seus moradores.
Eles não eram civilizados e tinham medo dos brancos. Os portugueses procuravam agradar aos índios e aos poucos eles foram se chegando junto a eles." (2ª série).
(livro Oficina de leitura, pag. 44)
Angela Kleiman
c) A própria formação precária de um grande número de professores.

e) O que afasta o aluno da leitura?
Temos que reconhecer que aquela atividade de decifração de palavras em sala de aula, nada tem haver com atividade prazerosa a que chamamos de leitura. (TP página: 147).


Agora, vamos nos reportar a nossa infância, vamos recordar as nossas primeiras atividades de leitura.
•Cópias maçantes até a mão doer;
•As palavras usadas não faziam parte da nossa realidade.
(doi o dedo do Dudu/ Vovô fuma cacimbo)
•A procura cansativa, até os olhos arderem, das palavras
com dígrafos, encontros consonatais...
•A corrida desesperada par achar palavras com g/j, x/ch...
Veja o que foi construído


II - Formulação de perguntas.
O Professor deve mediar perguntas em torno do texto com outros textos ou manifestações artísticas (intertextualidade), valorizar os conhecimentos prévios dos alunos. Mas pode ocorrer que a turma tenha poucos conhecimentos a serem acionados. Nesse caso, podemos fazer o percurso inverso: peça aos alunos que procurem outros textos ou comunicações que se relacionem com o que foi dito.
“Sabe-se que pelas pesquisas recentes, que é durante a interação que o leitor mais inexperiente compreende o texto: Não é durante a leitura silenciosa e nem durante a leitura em voz alta, mas durante a conversa sobre os aspectos relevantes dos textos”.
(Ângela Kleiman)
III - Privilegiar Procedimentos que possibilitem ao leitor chegar a estrutura do texto.
• Uma leitura cuidadosa do texto implica a compreensão do que está escrito “na linha” e “ entrelinha”.
• Possibilitar ao aluno fazer inferências a respeito.
• Levar o aluno a descobrir a função comunicativa do texto.
• Observar a coesão, coerência.
• Relacionar marcas do texto.
• Extrair de um texto informações julgadas essenciais.
• Focar as diversas maneiras de relatar a fala: discurso direto e indireto.
Elaborando atividades em que sejam acionadas essas estratégias de compreensão e de interpretação (relacionados às relações extralinguísticas) representará a possibilidade de proporcionarmos meios de amadurecimento e autonomia para o leitor em formação – o que deve ser prioridade da nossa prática pedagógica.
E construiremos um país de ...

sábado, 13 de junho de 2009
4 º Encontro - Oficinas e A produção textual - Crenças, Teorias e Fazeres

TP4 - A produção textual...
Na apresentação do TP4, foi elaborado um Power Point sobre intertextualidade e foram usados
alguns slides, como exemplo este do Chico Bento.

A intertextualidade é uma forma de diálogo entre textos, que pode se dar de forma mais implícita ou mais explícita e em diversos gêneros textuais.O intertexto serve para ilustrar a importância do conhecimento de mundo e como este interfere no nível de compreensão do texto. Ao relacionar um texto com outro, o leitor entenderá que a intertextualidade é uma das estratégias utilizadas para a construção dos mesmos.
Foi pedido aos professores que fizessem o Avançando na prática e Lição de casa, assim como suas oficinas.
TP4 - Tema Transversal - Diversidade Cultural - Letramento
I - Surgimento do termo Letramento
II - Alfabetização e Letramento. Qual a diferença?
III - O que é Letramento?
IV - O papel do educador no Letramento
I – O termo Letramento - surgiu na década de 80 do termo inglês literacy por Mary Kato que designava as habilidades de ler e escrever além dos processos linguísticos.
II – Alfabetização X Letramento - atualmente o ensino passa por um momento complicado, pois a criança em sua maioria é alfabetizada, mas não letrada.
Alfabetizado - É um atributo daquele que lê e escreve.
Letrado - É saber fazer o uso do ler e do escrever, saber responder as exigências de leitura e escrita que a sociedade faz.
III – O que é Letramento?
É o modo com que a escrita se apresenta em nossa sociedade, seus usos e as suas funções nas diferentes situações comunicativas.(Mary Kato)
Focaliza os aspectos sócio-históricos da aquisição de um sistema escrito por uma sociedade. (Tfouni)
É o estado ou condição de quem não apenas sabe ler e escrever, mas cultiva exerce as práticas sociais que usam a escrita (Magda Soares)
IV – O Papel do Educador no letramento
Para o educador se tornar um “Professor – Letrador” necessário se faz que, primeiramente, ele obtenha informações a respeito do tema, as suas dimensões e sobretudo, a sua aplicação. Destacamos alguns passos fundamentais do desempenho do papel do “Professor – Letrador”.
1)Investigar as práticas sociais que fazem parte do cotidiano do aluno, adequando-as à sala de aula e aos conteúdos a serem trabalhados;
2) Planejar suas ações visando ensinar para que serve a linguagem escrita e como o aluno poderá utilizá-la;
3) Desenvolver no aluno, através da leitura, interpretação e produção de diferentes gêneros de textos, habilidades de leitura e escrita que funcionem dentro da sociedade;
4)Incentivar o aluno a praticar socialmente a leitura e a escrita, de forma criativa, descobridora, crítica, autônoma e ativa, já que a linguagem é interação e, como tal, requer a participação transformadora dos sujeitos sociais que a utilizam;
7) Avaliar de forma individual, levando em consideração as peculiaridades de cada indivíduo;
8) Trabalhar a percepção de seu próprio valor e promover a auto-estima e a alegria de conviver e cooperar;
9) Ativar mais do que o intelecto em um ambiente de aprendizagem, ser professor-aprendiz tanto quanto os seus educandos;
10) Reconhecer a importância do letramento, e abandonar os métodos de aprendizado repetitivo, baseados na descontextualização.




